A febre é um dos sinais clínicos mais comuns na prática médica — e um dos que mais gera dúvida, ansiedade e procura de cuidados de saúde, especialmente quando ocorre em crianças. No entanto, a grande maioria das febres é autolimitada, tem causas benignas e resolve-se sem complicações. O desafio — e o que realmente importa — é saber distinguir a febre que pode ser gerida em casa daquela que exige avaliação médica urgente.
Compreender o que é a febre, como medi-la corretamente, qual o limiar que define uma temperatura elevada e que sinais de alerta acompanham a febre são conhecimentos práticos que fazem diferença real nas decisões do dia a dia — seja para si próprio, para os filhos ou para quem cuida.

O Que é a Febre
A Febre Como Resposta Imunológica
A febre é definida clinicamente como a elevação da temperatura corporal acima dos valores normais, resultante de uma alteração no ponto de regulação térmica do hipotálamo — a região do cérebro responsável pelo controlo da temperatura do organismo.
Em condições normais, o hipotálamo mantém a temperatura corporal estável entre 36,1°C e 37,2°C. Quando o organismo detecta uma ameaça — vírus, bactérias, toxinas, ou mesmo certas condições inflamatórias não infecciosas —, células do sistema imunitário libertam mensageiros químicos denominados pirógenos endógenos (principalmente interleucinas e prostaglandinas, especialmente a PGE₂). Estes mensageiros sinalizam ao hipotálamo para elevar o ponto de regulação térmica — o que desencadeia respostas como tremores (para gerar calor) e vasoconstrição periférica (para conservar calor), até a temperatura atingir o novo set point.
Por Que a Febre Pode Ser Benéfica
A elevação da temperatura não é apenas um efeito colateral indesejado da infeção — tem funções imunológicas documentadas:
- Inibição da multiplicação de microrganismos: muitos vírus e bactérias replicam-se de forma menos eficiente a temperaturas elevadas
- Ativação do sistema imunitário: temperaturas mais altas aumentam a mobilidade e a atividade dos leucócitos (glóbulos brancos)
- Estimulação da produção de anticorpos e interferon
Esta compreensão explica por que as diretrizes atuais não recomendam o tratamento automático de qualquer febre — especialmente em crianças sem sinais de desconforto significativo.
Temperatura Normal do Corpo — O Que os Números Significam
Os Valores de Referência
A temperatura corporal “normal” varia conforme a pessoa, a hora do dia, o local de medição e a atividade física. Os valores de referência mais amplamente aceites são:
| Classificação | Temperatura (°C) | Observação |
|---|---|---|
| Hipotermia | < 35,0°C | Temperatura perigosamente baixa |
| Baixa/Normal baixo | 35,0°C – 36,0°C | Pode ser normal em repouso ou idosos |
| Normal | 36,1°C – 37,2°C | Intervalo de referência mais citado |
| Subfebril | 37,3°C – 37,9°C | Elevação ligeira — vigilância |
| Febre | ≥ 38,0°C | Limiar mais aceite internacionalmente |
| Febre moderada | 38,0°C – 38,9°C | Febre mas geralmente tolerável |
| Febre alta | 39,0°C – 39,9°C | Avaliação médica recomendada em grupos vulneráveis |
| Febre muito alta | 40,0°C – 41,0°C | Avaliação médica urgente |
| Febre perigosa | > 41,0°C | Emergência médica — hipertermia grave |
Nota importante: o limiar de 37°C como “temperatura normal” e o de 37,5°C como “febre” são simplificações populares que não refletem a variabilidade fisiológica real. O valor de 38,0°C por via axilar é o limiar mais consistentemente utilizado nas diretrizes brasileiras e internacionais.
A Temperatura Varia ao Longo do Dia
A temperatura corporal segue um ritmo circadiano — é mais baixa de manhã cedo (por volta das 6h) e mais alta ao final da tarde e início da noite (entre as 16h e as 20h). Esta variação pode ser de até 0,5°C a 1,0°C num mesmo dia, o que significa que uma temperatura de 37,4°C medida ao final da tarde pode ser completamente normal para alguns indivíduos.
Artigo Relacionado: Para compreender melhor as doenças infecciosas que frequentemente causam febre, veja: Doenças Infecciosas: O Que São, Principais Tipos e Como se Prevenir
Como Medir a Temperatura Corretamente
Os Diferentes Locais de Medição e os Seus Valores
O local de medição influencia significativamente o valor obtido. Os locais mais comuns e os seus valores de referência para febre:
| Local de Medição | Limiar de Febre | Vantagens | Limitações |
|---|---|---|---|
| Axilar (axila) | ≥ 38,0°C | Seguro, não invasivo | Menos preciso; pode sub-estimar |
| Oral (boca) | ≥ 37,8°C | Mais preciso que axilar | Não indicado < 5 anos; afetado por alimentos/bebidas |
| Retal (reto) | ≥ 38,0°C | Mais preciso — padrão em < 3 anos | Invasivo; requer cuidado técnico |
| Timpânico (ouvido) | ≥ 38,0°C | Rápido; boa aceitação | Erro se não posicionado corretamente |
| Frontal (testa) | ≥ 38,0°C | Muito rápido; não invasivo | Menos preciso; subestima a temperatura |

Recomendações por faixa etária (Sociedade Brasileira de Pediatria):
- Recém-nascidos e bebés < 3 meses: temperatura retal é o padrão de referência — maior precisão e implicações clínicas mais imediatas
- Bebés 3 meses – 4 anos: retal (padrão), timpânico ou axilar aceitável
- Crianças > 4 anos e adultos: oral, axilar ou timpânico são igualmente aceitáveis
Tipos de Termómetros — Qual Escolher
- Termómetro digital: é o recomendado para uso domiciliar — simples, seguro e com boa precisão nas versões de qualidade. Disponível para uso axilar, oral ou retal
- Termómetro infravermelho timpânico: rápido e conveniente — boa opção para crianças mais velhas e adultos quando bem utilizado
- Termómetro de testa (frontal): muito prático para triagem rápida, especialmente em bebés durante o sono, mas com menor precisão
- Termómetro de mercúrio: não recomendado — risco de rotura e exposição ao mercúrio; proibido em muitos países
Atencao: Os termómetros de testa e timpânicos podem apresentar leituras incorretas se não forem usados de acordo com as instruções do fabricante — distância incorreta, cerúmen no canal auditivo, transpiração intensa na testa. Em caso de dúvida sobre uma leitura, confirmar com termómetro axilar ou oral.
As Causas Mais Comuns de Febre
A febre pode ser desencadeada por uma grande variedade de causas. As mais frequentes incluem:
Causas Infecciosas — As Mais Comuns
- Infeções virais do trato respiratório: gripe (influenza), resfriado comum, COVID-19 — as causas mais frequentes de febre na população geral, especialmente em crianças
- Infeções bacterianas: pneumonia, infeção do trato urinário, otite média, sinusite bacteriana, amigdalite bacteriana
- Gastroenterite infecciosa: viral (rotavírus, norovírus) ou bacteriana (Salmonella, E. coli, Campylobacter)
- Doenças exantemáticas infantis: sarampo, varicela, rubéola, roseola infantum (exantema súbito)
- Doenças tropicais: malária, dengue, chikungunya, leptospirose — especialmente relevantes no contexto brasileiro
Causas Não Infecciosas
Embora menos comuns como causa de febre, algumas condições não infecciosas podem elevar a temperatura:
- Reação pós-vacinal: febre leve a moderada nas 24 a 48 horas após vacinação é uma resposta imunológica normal e esperada — não é uma complicação
- Doenças inflamatórias: artrite reumatoide, lúpus, doença inflamatória intestinal — podem causar febre mesmo sem infeção
- Neoplasias (cancros): alguns tumores, especialmente linfomas, podem causar febre
- Medicamentos: alguns fármacos podem causar febre como efeito adverso (febre medicamentosa)
- Golpe de calor: não é febre verdadeira (não há alteração do set point hipotalâmico) mas causa elevação grave da temperatura
Informacao Complementar: A febre de origem desconhecida (FOD) é definida clinicamente como febre acima de 38,3°C persistente por mais de 3 semanas, sem diagnóstico após investigação inicial. É uma entidade clínica que requer investigação sistemática e especializada — as suas causas são diversas e incluem infeções crónicas, doenças autoimunes, neoplasias e, em alguns casos, causas funcionais. A FOD exige sempre avaliação médica detalhada.
Artigo Relacionado: Para saber mais sobre a sepse — uma complicação grave de infeções com febre — veja: Sepse: O Que é, Sintomas de Alerta, Causas e Tratamento
Quando a Febre é Sinal de Alerta — Por Faixa Etária
Esta é a secção mais importante deste guia. Os limiares de preocupação variam significativamente com a idade — especialmente nos primeiros meses de vida.
Recém-Nascidos e Bebés até 3 Meses — Urgência Imediata
Qualquer febre ≥ 38,0°C (retal) num bebé com menos de 3 meses de idade é uma emergência médica que exige avaliação hospitalar urgente — independentemente do estado geral aparente da criança, independentemente da hora e independentemente da ausência de outros sintomas.
Nesta faixa etária, o sistema imunitário ainda é muito imaturo, a febre pode ser o único sinal de infeção grave (incluindo meningite bacteriana ou sépsis neonatal), e a deterioração pode ser muito rápida. Não existe margem para “esperar para ver”.
Alerta Medico: Bebé com menos de 3 meses e temperatura ≥ 38,0°C (retal): vá imediatamente ao serviço de urgência hospitalar. Não espere que apareçam outros sintomas. Não administre antipirético antes da avaliação médica — pode mascarar a gravidade da situação.
Bebés entre 3 e 6 Meses
Febre ≥ 38,0°C merece avaliação médica no próprio dia, especialmente se:
- A febre persistir mais de 24 horas
- A criança parecer muito prostrada, irritável ou difícil de consolar
- Não estiver a mamar/beber adequadamente
- Apresentar outros sintomas associados (erupção cutânea, dificuldade respiratória)
Crianças entre 6 Meses e 5 Anos
Febre é muito comum nesta faixa etária, frequentemente associada a infeções virais benignas. A maioria resolve sem complicações. Procure avaliação médica urgente se:
- Febre ≥ 40°C
- Febre há mais de 3 dias sem melhoria
- Criança muito prostrada, não responsiva ou difícil de acordar
- Convulsão febril (mesmo que cesse espontaneamente — exige avaliação)
- Erupção cutânea petequial ou purpúrica (manchas vermelhas/roxas que não desaparecem à pressão)
- Rigidez da nuca, fotofobia
- Dificuldade respiratória
- Choro inconsolável
- Sinais de desidratação: boca seca, sem lágrimas, fontanela abaulada
Crianças acima de 5 Anos e Adultos
Em geral, a febre em adultos e crianças mais velhas é menos preocupante do que em bebés. No entanto, procure avaliação médica se:
- Febre ≥ 39,5°C sem resposta ao antipirético
- Febre há mais de 3 dias (adultos) ou mais de 5 dias (crianças > 5 anos)
- Febre associada a dor de cabeça muito intensa, rigidez da nuca, fotofobia — suspeita de meningite
- Dificuldade respiratória, dor torácica
- Confusão mental ou alteração do estado de consciência
- Erupção cutânea petequial ou purpúrica
- Dor abdominal intensa
- Dificuldade em engolir, salivação excessiva, dificuldade em abrir a boca
- Sinais de desidratação grave
Idosos — Atenção Redobrada
Em pessoas idosas, a resposta febril pode estar atenuada — a temperatura pode não subir tanto mesmo com infeção grave. Qualquer temperatura ≥ 37,5°C num idoso, especialmente se associada a confusão mental aguda, fraqueza súbita ou deterioração do estado geral, deve motivar avaliação médica.
Tabela resumo de limiares de alerta por faixa etária:
| Faixa Etária | Temperatura de Alerta | Ação Recomendada |
|---|---|---|
| < 3 meses | ≥ 38,0°C (retal) | Urgência hospitalar imediata |
| 3 – 6 meses | ≥ 38,0°C | Médico no próprio dia |
| 6 meses – 5 anos | ≥ 39,0°C ou > 3 dias | Avaliação médica |
| > 5 anos / Adultos | ≥ 39,5°C sem resposta ou > 3–5 dias | Avaliação médica |
| Idosos | ≥ 37,5°C com deterioração do estado geral | Avaliação médica urgente |
| Imunodeprimidos | ≥ 38,0°C | Avaliação médica urgente |
Como Agir em Casa — Gestão da Febre com Evidência
O Que Fazer para o Conforto
Quando a febre não atingiu os limiares de alerta e a pessoa (adulto ou criança) não apresenta sinais de gravidade, algumas medidas de conforto são adequadas em casa:
- Hidratação adequada: a febre aumenta as perdas de líquidos por transpiração e respiração. Oferecer água com frequência em adultos; em bebés e crianças, leite materno, água ou soluções de reidratação oral conforme a idade
- Roupas leves: evitar agasalhar excessivamente — dificulta a dissipação do calor corporal
- Ambiente fresco mas não frio: temperatura ambiente confortável, sem correntes de ar diretas
- Descanso: o organismo recupera melhor com repouso
- Compressas de água morna (não fria): podem proporcionar conforto em adultos e crianças mais velhas — a água fria pode causar vasoconstrição e tremores, aumentando a temperatura
Antipiréticos — Quando e Como Usar
Os antipiréticos são medicamentos que reduzem a febre. Os dois mais utilizados e com melhor perfil de segurança são o paracetamol (acetaminofeno) e o ibuprofeno:
Paracetamol:
- Indicado para todas as idades (incluindo recém-nascidos, com prescrição médica)
- Dose habitual em crianças: 10 a 15 mg/kg por dose, a cada 4 a 6 horas
- Dose habitual em adultos: 500 mg a 1.000 mg por dose, a cada 4 a 6 horas (máximo 4.000 mg/dia)
- Contraindicação principal: doença hepática grave
Ibuprofeno:
- Não indicado em bebés com menos de 6 meses de idade
- Dose habitual em crianças: 5 a 10 mg/kg por dose, a cada 6 a 8 horas
- Dose habitual em adultos: 200 a 400 mg por dose, a cada 6 a 8 horas
- Contraindicações: doença renal, úlcera gastrointestinal activa, alergia a AINEs, dengue (risco de hemorragia)
Atencao: A aspirina (ácido acetilsalicílico) NÃO deve ser administrada a crianças e adolescentes com febre — existe risco de síndrome de Reye, uma condição grave que afeta o fígado e o cérebro. Este risco é real e documentado, independentemente da causa da febre. Em adultos, a aspirina pode ser usada como antipirético, mas não é a primeira escolha. Sempre verificar a bula e a dose adequada para o peso em crianças.
O Que Não Fazer
- Não alternar paracetamol e ibuprofeno de forma rotineira sem indicação médica — aumenta o risco de erro de dosagem
- Não dar antibióticos sem prescrição médica — a maioria das febres é causada por vírus, nos quais os antibióticos são ineficazes
- Não aplicar álcool na pele — pode causar intoxicação por absorção, especialmente em crianças
- Não agasalhar excessivamente — impede a dissipação do calor
- Não tentar baixar a febre “a qualquer custo” — o objetivo é o conforto do doente, não eliminar qualquer elevação de temperatura
Perguntas Frequentes
37°C é febre?
Não, segundo os critérios médicos atuais. A temperatura de 37°C enquadra-se no intervalo normal para a maioria das pessoas. O limiar mais amplamente aceite para febre, por via axilar, é de 38,0°C. Temperaturas entre 37,3°C e 37,9°C são denominadas subfebrilidade ou estado subfebril — merecem vigilância se persistirem, mas não são consideradas febre no sentido clínico estrito.
A febre pode causar danos cerebrais?
Esta é uma preocupação muito comum, especialmente em pais de crianças com febre alta. A resposta é que a febre por si só, em infeções habituais, raramente atinge valores suficientemente elevados para causar dano neurológico direto. Dano cerebral associado a temperatura ocorre tipicamente acima de 41°C a 42°C, em contextos como golpe de calor ou hipertermia não febril. As convulsões febris simples, embora assustadoras, não causam dano cerebral em crianças saudáveis, segundo a AAP e a SBP.
O que são convulsões febris e são perigosas?
As convulsões febris simples ocorrem em crianças entre 6 meses e 5 anos, geralmente quando a temperatura sobe rapidamente. Duram menos de 15 minutos, envolvem todo o corpo e cessam espontaneamente. Embora muito assustadoras para os pais, as convulsões febris simples não causam dano cerebral e não aumentam significativamente o risco de epilepsia. No entanto, após qualquer convulsão febril, a criança deve ser avaliada por médico para descartar causas graves. Convulsões prolongadas (mais de 15 minutos) ou repetidas na mesma febre requerem atenção médica imediata.
Posso dar paracetamol e ibuprofeno ao mesmo tempo?
As diretrizes atuais da SBP e da AAP não recomendam a alternância rotineira entre paracetamol e ibuprofeno para o controlo da febre em crianças, por aumentar o risco de erro na dosagem. Cada medicamento deve ser dado de acordo com o seu intervalo recomendado. A alternância pode ser considerada em situações específicas com orientação médica. O objetivo do tratamento é o conforto — não a normalização forçada da temperatura.
A febre pós-vacina é normal?
Sim. Febre leve a moderada nas 24 a 48 horas após vacinação é uma resposta imunológica esperada e normal, indicando que o sistema imunitário está a responder à vacina. Geralmente é de curta duração e resolve espontaneamente. Se necessário para o conforto, pode ser tratada com paracetamol na dose habitual. Febre alta ou persistente por mais de 48 horas após vacinação, ou associada a outros sintomas, deve ser avaliada por médico.
A febre é contagiosa?
A febre em si não é contagiosa — é um sintoma. O que pode ser contagioso é a causa da febre. Por exemplo, a gripe que causa a febre é contagiosa; a febre em si não o é. Uma pessoa com febre por uma infeção viral pode transmitir essa infeção a outras pessoas através das vias de transmissão da doença específica (gotículas respiratórias, contacto, etc.) — não através da febre em si.
Conclusão
A febre é um dos sinais mais frequentes e mais mal interpretados em saúde. Compreendê-la como um mecanismo de defesa do organismo — e não como uma ameaça em si mesma — ajuda a tomar decisões mais informadas e a evitar tanto a sub-valorização de sinais graves como o tratamento excessivo de situações benignas.
Os princípios fundamentais são simples: medir a temperatura de forma correta, conhecer os limiares de alerta por faixa etária, observar os sinais que acompanham a febre (e não apenas o número no termómetro) e agir com proporcionalidade — promover o conforto em casa quando adequado, procurar avaliação médica urgente quando necessário.
O número no termómetro é apenas um dado — o estado geral da pessoa febril, os sintomas associados e a faixa etária são frequentemente mais informativos do que a temperatura isolada.
REFERÊNCIAS
- Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Manejo da Febre em Crianças — Documento Científico (2022).
- Academia Americana de Pediatria (AAP). Fever and Your Child (2023).
- National Institutes of Health (NIH). Fever (2025). Disponível em: medlineplus.gov
- National Health Service (NHS). Fever in children (2022). <https://www.nhs.uk/symptoms/fever-in-children/>
- Veja Saúde – Gutenberg. Febre: o que é, causas, tratamentos e quando se preocupar. Atualizado em 30 de abril de 2021. <https://gutenberg.saude.abril.com.br/medicina/febre-quando-se-preocupar/>
- Organização Mundial da Saúde (OMS). Pocket book of hospital care for children, 2ª edição (2013, atualizado 2022). Disponível em: who.int
- Dinarello, C.A. Infection, fever, and exogenous and endogenous pyrogens: some concepts have changed. Journal of Endotoxin Research (2004). <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15373964/>
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